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Hospital Santa Izabel realiza primeira cirurgia robótica da Bahia

Terça, 19 Março 2019

Hospital Santa Izabel realiza primeira cirurgia robótica da Bahia

Procedimento foi realizado com uso do robô Da Vinci, indicado para situações que exigem precisão e alto detalhamento anatômico

Nesse sábado (23), o Hospital Santa Izabel se destacou mais uma vez na história da medicina: a instituição foi a primeira da Bahia a realizar uma cirurgia robótica utilizando o robô Da Vinci. Já bastante utilizado em procedimentos cirúrgicos de alta performance e precisão nos grandes centros mundiais de saúde, o equipamento foi disponibilizado para contribuir com o profissional médico na realização de procedimentos menos invasivos e que exigem maior precisão.  

O robô possui quatro braços e punhos flexíveis. Um dos braços da máquina carrega a câmera e, os outros ficam livres para portar instrumentos cirúrgicos como pinças, tesouras e bisturi. A cirurgia é guiada pelas imagens da câmera introduzida no paciente e exibidas em 3D em uma cabine de controle, de onde o médico comanda todo o processo. À medida em que o cirurgião move as mãos e os dedos, o robô reproduz seus movimentos no corpo do paciente.

Para o provedor da Santa Casa da Bahia, Roberto Sá Menezes, a instalação do Da Vinci faz parte de uma série de ações que a Santa Casa está executando no Santa Izabel a fim de crescer sustentavelmente, combinando excelência médica, acolhimento, tradição e inovação. "Com mais este salto tecnológico, buscamos também colaborar com o desenvolvimento científico da ciência e tecnologia na Bahia e corresponder à crescente expectativa de nossos pacientes, corpo clínico, colaboradores e parceiros", afirmou o provedor.

Entre os benefícios proporcionados pela utilização do robô, estão maior conforto para o cirurgião, maior nitidez e percepção de profundidade, evitando a necessidade de abrir o abdômen ou tórax do paciente, menos riscos quando comparados a procedimentos mais complexos, cortes menores e tempo de recuperação mais rápido. Além da otimização de tempo: por exemplo, laparoscopias convencionais duram entre 2 e 3 horas; com o robô, pode ser realizada em até uma hora.

"Para garantir total segurança do paciente e o sucesso do procedimento, a equipe cirúrgica é composta pelo cirurgião principal, um cirurgião assistente, anestesistas, uma enfermeira coordenadora, técnicos de informática, profissionais de engenharia clínica e instrumentadores capacitados", acrescentou o diretor Técnico-Assistencial do Santa Izabel, Ricardo Madureira.

Junto à operacionalização do equipamento, a Santa Casa da Bahia está inaugurando novos apartamentos especialmente montados para a recuperação mais cômoda e confortável dos pacientes, que contarão ainda com área exclusiva para admissão, carro para translado e serviços de hotelaria e nutrição especiais.

Na avaliação do superintendente de Saúde da Santa Casa, Robério Almeida, o investimento realizado pela instituição permite um avanço significativo no tratamento das doenças de diversas especialidades e na qualificação do corpo médico. "Esta é uma ferramenta positiva tanto para o médico, que pode contar com um equipamento no qual tem maior precisão de movimentos, como também para o paciente, que não precisará mais se deslocar para outra cidade, nem arcar com os gastos que esta viagem poderia lhe custar”, afirmou.

Mais precisão - Indicado para cirurgias que envolvam alto detalhamento anatômico ou realizadas em pequenos espaços e cavidades, o Da Vinci costuma ser utilizado em procedimentos urológicos e gastrológicos, mas também pode contribuir com diversos tipos de cirurgias.

Para evitar intercorrências técnicas durante os procedimentos, o robô possui sistema de segurança avançado. Ele não realiza nenhuma ação se o médico não estiver com a cabeça fixa no visor. A máquina também não toma qualquer atitude sozinha, pois reage apenas aos comandos do cirurgião.

Estima-se que mais de quatro milhões de procedimentos já foram realizados com o uso de robôs Da Vinci. Apenas nos Estados Unidos, mais de 90% de todas as prostatectomias radicais e até 40% das histerectomias são feitas por robótica.

Certificação - Vale destacar que a fabricante do equipamento exige que os médicos e demais membros de sua equipe passem por um intenso treinamento prévio que qualifica-os a usarem o robô. Após o curso, eles permanecem sendo acompanhados durante dez procedimentos até ganharem autonomia para utilizar o equipamento.

 

Médicos Certificados para Realização de Cirurgia Robótica

 

Dr. Luís Eduardo Café Cardoso Pinto - Urologista - CRM 11.407

Tel.: 71 2203-8100 / WhatsApp de Marcação: 71 98188-3380

 

Dr. Fábio Sepúlveda Lima - Urologista – CRM 23.743

Tel.: 71 3264-2899 / 3235-1844

 

Dr. Frederico Mota Mascarenhas de Souza – Urologista – CRM 14.127

Tel.: 71 2626-3030 / 3235-0867

 

Dr. Nilo Jorge Carvalho Leão Barreto – Urologista – CRM 22.237

Tel.: 71 2626-3030 / 3235-0867

 

Dr. Carlos Ramón Silveira Mendes – Coloproctologista – CRM 17.805

Tel.: 71 2203-8100 / WhatsApp de Marcação: 71 98188-3380

 

Dr. Breno Dauster Pereira e Silva – Urologista – CRM 16.836

Tel.: 71 3015-9113

 

Dr. Rafael Rocha Tourinho Barbosa – Urologista – CRM 22.670

Tel.: 71 3352-9007 / 3443-0170

 

Dr. Lucas Batista - Urologista - CRM 14227

Tel.: 71 2108-4833 / 3203-2200

 

Dr. Gustavo Almeida Fortunato - Cirurgião Torácico - CRM 15934

Tel.: 71 2203-8100 / WhatsApp de Marcação: 71 98188-3380

 

Responsável pelo Programa Cirurgia Robótica HSI - Dr. Luís Martinho - CRM 13.281

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