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Rapidez no diagnóstico de morte encefálica contribui com transplante de órgãos no Brasil

Quarta, 03 Outubro 2018

Rapidez no diagnóstico de morte encefálica contribui com transplante de órgãos no Brasil

Hospital Santa Izabel promove treinamento sobre protocolo do Ministério da Saúde para profissionais

A morte encefálica, que se configura quando há perda total de oxigenação no cérebro, tem sido alvo de análise durante os últimos 20 anos pelo Ministério da Saúde. A resolução vigente determinava critérios para o diagnóstico e a necessidade de avaliações com até seis horas de intervalo para confirmação do óbito. Desde dezembro, no entanto, um novo protocolo foi instituído acompanhando a evolução da medicina e o desenvolvimento dos profissionais da área.

Pensando na importância desta reformulação e na qualificação do seu corpo médico, o Hospital Santa Izabel promove nesta quarta-feira (03), o “Curso de Capacitação para Morte Encefálica”, no auditório da instituição. Durante todo o dia, especialistas na área falarão sobre o novo regulamento, a importância de um diagnóstico preciso, a metodologia para determinação da morte cerebral, a situação do transplante na Bahia e também em como a rapidez nestes procedimentos – feitos com segurança – facilitam o transplante de órgãos do paciente.

A morte encefálica é diagnosticada quando o paciente não responde mais a estímulos, não consegue mais respirar sem ajuda de aparelhos e apresenta um quadro de coma profundo irreversível. Entre as principais mudanças desta resolução, está a redução do tempo entre as duas avaliações – que pode chegar a apenas uma hora, garantindo as funções dos órgãos transplantados, que recebem menos interferência de suporte artificial.

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