O que é Coronavírus (COVID-19)? Trata-se de uma nova variante do coronavírus, denominada COVID-19 e o espectro clínico não está descrito completamente e ainda não se sabe o padrão de letalidade, mortalidade, infectividade e transmissibilidade. A vigilância epidemiológica de Infecção Humana pelo novo coronavirus está sendo construída à medida que a OMS consolida as informações recebidas dos países e novas evidências técnicas e científicas são publicadas, podendo haver alteração a qualquer momento.
Quais sinais e sintomas? Segundo os dados mais atuais os sinais e sintomas clínicos referidos são principalmente respiratórios, sendo: febre, tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, odinofagia entre outros, dor e fraqueza muscular, além de sintomas gastrointestinais, como: náuseas, vômitos e diarreia.
Como é feito o diagnóstico?
* Diagnóstico clínico: Depende da investigação clínico-epidemiológica e do exame físico (recomendável que todos casos de síndrome gripal sejam questionados o histórico de viagem para o exterior, contato próximo com pessoas que tenham viajado para o exterior ou contato próximo com casos confirmados). * Diagnóstico laboratorial: Específico para coronavírus, através da detecção do genoma viral.
Existe tratamento? Até o momento não há tratamento específico e está indicado suporte clínico conforme a sintomatologia do paciente.
Como reduzir o risco de infecção pelo novo coronavírus? Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção por COVID-19. A melhor maneira de prevenir a infecção é minimizando o risco de exposição ao vírus além de identificar e isolar precocemente pacientes suspeitos. O Ministério da Saúde recomenda ações preventivas diárias para ajudar a prevenir a propagação de vírus respiratórios, incluindo:
* Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; * Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.; * Evitar contato próximo com pessoas doentes; * Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel descartável e após realizar higienização das mãos; * Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
Esses são hábitos diários que podem ajudar a impedir a propagação de vários vírus, inclusive o novo coronavírus.
O que fazer em caso de suspeita?
* Comunicar ao Serviço de Epidemiologia; * Instituir precaução: – Paciente: deve utilizar máscara cirúrgica e ser mantido preferencialmente em quarto privativo; – Profissionais da saúde: devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).
Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias (ex: intubação, nebulização, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro), deverá ser utilizada precaução por aerossóis, com uso de máscara profissional PFF2 (N95).
Higienização das mãos
Os 5 momentos As mãos devem ser higienizadas em momentos essenciais e necessários, de acordo com o fluxo de cuidados assistenciais. A ação correta no momento certo é a garantia de cuidado seguro para os pacientes.
1. Antes de tocar o paciente.
2. Antes de realizar procedimento limpo/asséptico:
* Antes de manusear um dispositivo invasivo, independentemente do uso ou não de luvas; * Ao se mover de um sítio anatômico contaminado para outro, durante o atendimento do mesmo paciente.
3. Após o risco de exposição a fluidos corporais ou excreções:
* Após contato com fluidos corporais ou excretas, membranas, mucosas, pele não íntegra ou curativo; * Ao se mover de um sítio anatômico contaminado para outro durante o atendimento do mesmo paciente; * Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas.
4. Após tocar o paciente:
* Antes e depois do contato com o paciente; * Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas.
5. Após tocar superfícies próximas ao paciente:
* Após contato com superfícies e objetos inanimados (incluindo equipamentos para saúde) nas proximidades do paciente; * Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas.
No caso de contatos envolvendo colaboradores sem uso adequado do EPI, contatar o Serviço de Medicina Ocupacional para monitoramento e registro.
Estas são as recomendações atuais do Ministério da Saúde Versão preliminar atualizada até 10 de março de 2020, sujeito a alterações.
Referências • Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Nota técnica Nº 04/2020 GVIMS/GGTES/ANVISA – Orientações para serviços de saúde: medidas de prevenção e controle que devem ser adotadas durante a assistência aos casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus (2019- nCoV). 30, Janeiro 2020. Site: http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/Nota+T%C3%A9cnica+n+04-2020+GVIMS-GGTES-ANVISA/ab598660-3de4-4f14-8e6f-b9341c196b28 [http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/Nota+T%C3%A9cnica+n+04-2020+GVIMS-GGTES-ANVISA/ab598660-3de4-4f14-8e6f-b9341c196b28] • Boletim Epidemiológico 04, Março 2020 – Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública | COE-nCoV. Ministério de Saúde, Brasil. Site: https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2020/marco/04/2020-03-02-Boletim-Epidemiol–gico-04-corrigido.pdf Clique aqui
O que é Coronavírus (COVID-19)? Trata-se de uma nova variante do coronavírus, denominada COVID-19 e o espectro clínico não está descrito completamente e ainda não se sabe o padrão de letalidade, mortalidade, infectividade e transmissibilidade. A vigilância epidemiológica de Infecção Humana pelo novo coronavirus está sendo construída à medida que a OMS consolida as informações recebidas dos países e novas evidências técnicas e científicas são publicadas, podendo haver alteração a qualquer momento.
Quais sinais e sintomas? Segundo os dados mais atuais os sinais e sintomas clínicos referidos são principalmente respiratórios, sendo: febre, tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, odinofagia entre outros, dor e fraqueza muscular, além de sintomas gastrointestinais, como: náuseas, vômitos e diarreia.
Como é feito o diagnóstico?
* Diagnóstico clínico: Depende da investigação clínico-epidemiológica e do exame físico (recomendável que todos casos de síndrome gripal sejam questionados o histórico de viagem para o exterior, contato próximo com pessoas que tenham viajado para o exterior ou contato próximo com casos confirmados). * Diagnóstico laboratorial: Específico para coronavírus, através da detecção do genoma viral.
Existe tratamento? Até o momento não há tratamento específico e está indicado suporte clínico conforme a sintomatologia do paciente.
Como reduzir o risco de infecção pelo novo coronavírus? Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção por COVID-19. A melhor maneira de prevenir a infecção é minimizando o risco de exposição ao vírus além de identificar e isolar precocemente pacientes suspeitos. O Ministério da Saúde recomenda ações preventivas diárias para ajudar a prevenir a propagação de vírus respiratórios, incluindo:
* Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; * Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.; * Evitar contato próximo com pessoas doentes; * Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel descartável e após realizar higienização das mãos; * Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
Esses são hábitos diários que podem ajudar a impedir a propagação de vários vírus, inclusive o novo coronavírus.
O que fazer em caso de suspeita?
* Comunicar ao Serviço de Epidemiologia; * Instituir precaução: – Paciente: deve utilizar máscara cirúrgica e ser mantido preferencialmente em quarto privativo; – Profissionais da saúde: devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).
Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias (ex: intubação, nebulização, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro), deverá ser utilizada precaução por aerossóis, com uso de máscara profissional PFF2 (N95).
Higienização das mãos
Os 5 momentos As mãos devem ser higienizadas em momentos essenciais e necessários, de acordo com o fluxo de cuidados assistenciais. A ação correta no momento certo é a garantia de cuidado seguro para os pacientes.
1. Antes de tocar o paciente.
2. Antes de realizar procedimento limpo/asséptico:
* Antes de manusear um dispositivo invasivo, independentemente do uso ou não de luvas; * Ao se mover de um sítio anatômico contaminado para outro, durante o atendimento do mesmo paciente.
3. Após o risco de exposição a fluidos corporais ou excreções:
* Após contato com fluidos corporais ou excretas, membranas, mucosas, pele não íntegra ou curativo; * Ao se mover de um sítio anatômico contaminado para outro durante o atendimento do mesmo paciente; * Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas.
4. Após tocar o paciente:
* Antes e depois do contato com o paciente; * Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas.
5. Após tocar superfícies próximas ao paciente:
* Após contato com superfícies e objetos inanimados (incluindo equipamentos para saúde) nas proximidades do paciente; * Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas.
No caso de contatos envolvendo colaboradores sem uso adequado do EPI, contatar o Serviço de Medicina Ocupacional para monitoramento e registro.
Estas são as recomendações atuais do Ministério da Saúde Versão preliminar atualizada até 10 de março de 2020, sujeito a alterações.
Referências • Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Nota técnica Nº 04/2020 GVIMS/GGTES/ANVISA – Orientações para serviços de saúde: medidas de prevenção e controle que devem ser adotadas durante a assistência aos casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus (2019- nCoV). 30, Janeiro 2020. Site: http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/Nota+T%C3%A9cnica+n+04-2020+GVIMS-GGTES-ANVISA/ab598660-3de4-4f14-8e6f-b9341c196b28 [http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/Nota+T%C3%A9cnica+n+04-2020+GVIMS-GGTES-ANVISA/ab598660-3de4-4f14-8e6f-b9341c196b28] • Boletim Epidemiológico 04, Março 2020 – Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública | COE-nCoV. Ministério de Saúde, Brasil. Site: https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2020/marco/04/2020-03-02-Boletim-Epidemiol–gico-04-corrigido.pdf Clique aqui





