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Hospital Santa Izabel investe em ações sistematizadas para normalizar índice glicêmico em pacientes internados

12 de março de 2020
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Um em cada dois brasileiros com diabetes não sabe que tem a doença. Quando a pessoa é diagnosticada muitas vezes já apresenta complicações adjacentes. De acordo com os especialistas, praticar atividade física orientada e não fumar,  juntamente com a manutenção de uma alimentação equilibrada e o combate a doenças como hipertensão e colesterol alto, ajudam a prevenir o diabetes.  Um dos efeitos do diabetes não controlado é a hiperglicemia  – excesso de açúcar no sangue, que com o tempo afeta gravemente órgãos e sistemas.

Para auxiliar a prevenção da hiperglicemia hospitalar, o Hospital Santa Izabel (HSI) implantou uma série de ações sistematizadas e lançou agora uma cartilha educativa.De acordo com o conteúdo da publicação, que terá distribuição gratuita e dirigida, a glicemia é considerada alta no hospital quando está superior a 140 mg/dl. A cartilha anuncia ainda que mesmo pessoas sem história prévia de diabetes podem ter hiperglicemia durante a internação.  

Mas por que devemos nos preocupar com a hiperglicemia no ambiente hospitalar? O descontrole das glicemias durante a internação aumenta o risco de infecções hospitalares e o tempo de internação. O Hospital Santa Izabel também implantou de forma pioneira na Bahia uma comissão que auxilia no controle de taxas de glicemia elevada do sangue em pacientes hospitalizados diminuindo o tempo de internamento e oferecendo mais qualidade de vida.

“A hiperglicemia deve ser rastreada em todo paciente internado, independentemente do nível de gravidade ou do diagnóstico prévio de diabetes”, diz a médica Dra Alina Feitosa, supervisora da Comissão de Controle Glicêmico Hospitalar (CCGH) do HSI.

As ações da Comissão incluem a instituição de protocolos assistenciais, treinamento especializado de colaboradores, educação de familiares e acompanhantes, criação de instruções médicas eletrônicas para insulinização, implantação de padrões nutricionais especializados para manejo e controle das hiperglicemias hospitalares. Todas as ações são feitas de maneira individualizada para oferecer o tratamento mais adequado para uma vigilância epidemiológica apropriada.

Outro avanço importante é a criação da CCGH Virtual. De acordo com a Dra. Alina Feitosa, este recurso funciona como um prontuário eletrônico e permite uma segunda opinião médica, além da sugestão de prescrição em pacientes internados que tenham sido identificados como “de risco” para eventos relacionados à hiperglicemia ou que apresentem descontrole glicêmico.

A prática, que já é uma realidade em centros de saúde mais avançados, favorece o processo terapêutico e reduz o tempo de internação hospitalar. O paciente com glicemia alterada é submetido a dieta especial e recebe medicação adequada para normalizar o índice glicêmico.  

Um em cada dois brasileiros com diabetes não sabe que tem a doença. Quando a pessoa é diagnosticada muitas vezes já apresenta complicações adjacentes. De acordo com os especialistas, praticar atividade física orientada e não fumar,  juntamente com a manutenção de uma alimentação equilibrada e o combate a doenças como hipertensão e colesterol alto, ajudam a prevenir o diabetes.  Um dos efeitos do diabetes não controlado é a hiperglicemia  – excesso de açúcar no sangue, que com o tempo afeta gravemente órgãos e sistemas.

Para auxiliar a prevenção da hiperglicemia hospitalar, o Hospital Santa Izabel (HSI) implantou uma série de ações sistematizadas e lançou agora uma cartilha educativa.De acordo com o conteúdo da publicação, que terá distribuição gratuita e dirigida, a glicemia é considerada alta no hospital quando está superior a 140 mg/dl. A cartilha anuncia ainda que mesmo pessoas sem história prévia de diabetes podem ter hiperglicemia durante a internação.  

Mas por que devemos nos preocupar com a hiperglicemia no ambiente hospitalar? O descontrole das glicemias durante a internação aumenta o risco de infecções hospitalares e o tempo de internação. O Hospital Santa Izabel também implantou de forma pioneira na Bahia uma comissão que auxilia no controle de taxas de glicemia elevada do sangue em pacientes hospitalizados diminuindo o tempo de internamento e oferecendo mais qualidade de vida.

“A hiperglicemia deve ser rastreada em todo paciente internado, independentemente do nível de gravidade ou do diagnóstico prévio de diabetes”, diz a médica Dra Alina Feitosa, supervisora da Comissão de Controle Glicêmico Hospitalar (CCGH) do HSI.

As ações da Comissão incluem a instituição de protocolos assistenciais, treinamento especializado de colaboradores, educação de familiares e acompanhantes, criação de instruções médicas eletrônicas para insulinização, implantação de padrões nutricionais especializados para manejo e controle das hiperglicemias hospitalares. Todas as ações são feitas de maneira individualizada para oferecer o tratamento mais adequado para uma vigilância epidemiológica apropriada.

Outro avanço importante é a criação da CCGH Virtual. De acordo com a Dra. Alina Feitosa, este recurso funciona como um prontuário eletrônico e permite uma segunda opinião médica, além da sugestão de prescrição em pacientes internados que tenham sido identificados como “de risco” para eventos relacionados à hiperglicemia ou que apresentem descontrole glicêmico.

A prática, que já é uma realidade em centros de saúde mais avançados, favorece o processo terapêutico e reduz o tempo de internação hospitalar. O paciente com glicemia alterada é submetido a dieta especial e recebe medicação adequada para normalizar o índice glicêmico.