Núcleo de Pesquisa do Hospital Santa Izabel realiza estudo sobre uso da espironolactona contra lesões cardíacas em tratamentos oncológicos 
O Núcleo de Pesquisa do Hospital Santa Izabel (HSI) está realizando um estudo sobre os possíveis efeitos protetores da espironolactona, medicamento diurético e anti-hipertensivo, contra lesões cardíacas que podem ocorrer em pacientes oncológicos que são tratados com antraciclinas, um tipo de quimioterápico.
“As antraciclinas são medicamentos utilizados principalmente em tumores de mama, linfoma e alguns tipos de sarcomas. O efeito colateral mais temido é queda de função cardíaca, mais especificamente a queda da fração de ejeção do ventrículo esquerdo. Isso pode ocorrer entre 5 e 25% dos pacientes, a depender da dosagem do medicamento. É uma cardiotoxicidade bastante temida, porque quando instalada é irreversível”, explica a médica cardiologista do HSI, Eline Lobo.
A pesquisa teve início em abril de 2015 e segue até setembro de 2023, quando será publicada a análise final. Segundo Dra. Eline, o estudo é feito com pacientes entre 18 e 70 anos. A pesquisa é realizada com doação de recursos pelo Instituto CCR, através do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon).
Todos os pacientes que participam da pesquisa estão em tratamento no serviço de oncologia do Hospital Santa Izabel, recebendo acompanhamento cardiológico rigoroso e comunicação constante para eventuais intercorrências ou dúvidas.
Núcleo de Pesquisa do Hospital Santa Izabel realiza estudo sobre uso da espironolactona contra lesões cardíacas em tratamentos oncológicos 
O Núcleo de Pesquisa do Hospital Santa Izabel (HSI) está realizando um estudo sobre os possíveis efeitos protetores da espironolactona, medicamento diurético e anti-hipertensivo, contra lesões cardíacas que podem ocorrer em pacientes oncológicos que são tratados com antraciclinas, um tipo de quimioterápico.
“As antraciclinas são medicamentos utilizados principalmente em tumores de mama, linfoma e alguns tipos de sarcomas. O efeito colateral mais temido é queda de função cardíaca, mais especificamente a queda da fração de ejeção do ventrículo esquerdo. Isso pode ocorrer entre 5 e 25% dos pacientes, a depender da dosagem do medicamento. É uma cardiotoxicidade bastante temida, porque quando instalada é irreversível”, explica a médica cardiologista do HSI, Eline Lobo.
A pesquisa teve início em abril de 2015 e segue até setembro de 2023, quando será publicada a análise final. Segundo Dra. Eline, o estudo é feito com pacientes entre 18 e 70 anos. A pesquisa é realizada com doação de recursos pelo Instituto CCR, através do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon).
Todos os pacientes que participam da pesquisa estão em tratamento no serviço de oncologia do Hospital Santa Izabel, recebendo acompanhamento cardiológico rigoroso e comunicação constante para eventuais intercorrências ou dúvidas.